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Aposentadoria: qual é a origem do sistema de previdência?

Entender a origem da previdência social é muito importante para compreender as mudanças mais recentes no sistema de aposentadoria. Leia o artigo e veja mais!

A aposentadoria é um assunto mais antigo do que você pode imaginar. Alguns registros datam o século 18, quando um imperador romano estabeleceu a entrega de um benefício para soldados com mais de vinte anos de luta que conseguissem sobreviver. 

Apesar dessa história, de maneira oficial, a origem da previdência no formato mais parecido com o que conhecemos hoje fica dividida entre a França, em 1673 — com o seu programa de benefício exclusivo para a Marina Real —, e a Alemanha, em 1880 — que assegurou pagamento de pensão a todos os trabalhadores do comércio, da indústria e da agricultura com mais de 70 anos.

No Brasil, o conceito de aposentadoria só chegou aqui no século 19 e, neste início, só atendia aos trabalhadores ferroviários. 

Ao longo deste artigo, conheça mais sobre a história da aposentadoria, entenda melhor o que levou à recente Reforma da Previdência Social no país e simule uma previdência privada com a Brasilprev. Continue lendo!

Previdência Social ao redor do mundo

Antes de mais nada, vale entender, primeiro, que existem diversos formatos de aposentadoria ao redor do mundo. Essas variações do sistema previdenciário são importantes para atender da melhor forma os diferentes contextos e características de cada nação. Veja alguns exemplos a seguir:

  • no Japão, na China e na Austrália, o benefício dos aposentados é pago por idade com receita pública;
  • no Chile, o sistema é privatizado com escopo de contribuição obrigatória, porém mantém a supervisão do governo;
  • na América Latina, o Uruguai e a Costa Rica partilham o benefício entre sistema público e privado. 

É claro que nem sempre as coisas foram assim e nem tudo é escrito em pedra. Assim como o Brasil passou pela Reforma da Previdência, alguns países europeus também revisaram o seu modelo de aposentadoria. 

Essas reformulações do sistemas aconteceram, principalmente, devido ao envelhecimento da população em decorrência do aumento da qualidade de vida. 

Antes de entender isso, vamos passar pela história da previdência no Brasil.

Previdência Social no Brasil

O primeiro modelo de Previdência Social no Brasil tem data no século 19. Entretanto, era muito distante dos propósitos sociais que temos hoje. Naquela época, os beneficiários eram somente os operários das estradas de ferro e, posteriormente, colaboradores dos Correios, da Imprensa Nacional, da Marinha, da Casa da Moeda e da Alfândega.

Nessa época, a sigla para Previdência era CAPs (Caixa de Aposentadoria e Pensão). Ela tinha gestão privada e funcionava como um departamento interno das empresas, que recolhia a contribuição do patrão e dos funcionários a fim de pagar aposentados e pensionistas.

Depois, houve a migração deste sistema para o IAPs (Institutos de Aposentadorias e Pensões), que foi quando a gestão do benefício passou totalmente para o Governo Federal. Aqui, teve início o custeio tríplice, dividindo a contribuição entre empregador, empregado e Estado.

Foi a partir desse momento também que foi criada a Lei Orgânica de Previdência Social (LOPS), em 1960, unificando todas as regras de aposentadoria. Nessa mesma década, foram criados  o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A Previdência Social que conhecemos hoje — que arrecada fundos de empregadores e empregados, mas delega ao Estado o papel de organizar e distribuir os recursos —, contudo, foi firmada em 1980, com a Constituição de 88. 

A última mudança sofrida pelo sistema entrou em vigor em 2019. Entre as principais alterações propostas pela Reforma da Previdência estão:

  • a necessidade de ter tempo de contribuição e idade mínima para se aposentar — antes, essas duas “modalidades” eram separadas;
  • a base de cálculo passou a considerar 100% dos salários — na versão anterior, levava em consideração 80% apenas dos maiores salários;
  • as alíquotas do INSS

Por este motivo, muitas pessoas começaram a procurar alternativas a fim de garantir o benefício no fim da vida sem depender da Previdência Social. Por conta disso, de acordo com a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), 13 milhões de brasileiros assinaram um plano de previdência privada. 

Esse número indica um aumento de 16% na quantidade de adeptos entre 2020 e 2021.

Por que contratar um plano de previdência privada?

Com um plano de previdência privada, você consegue ter total controle de:

  • quanto deseja investir por mês;
  • quanto vai resgatar ao fim do período de acumulação;
  • quanto será a rentabilidade dos seus investimentos.

Caso queira ter uma ideia de quanto conseguiria resgatar para a sua aposentadoria, faça uma simulação de previdência privada com a Brasilprev! Basta acessar o nosso site e fazer testes de acordo com a sua realidade.

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