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Relatório de Estratégia de Fundos – Fevereiro 2026

Confira as estratégias adotadas pela Brasilprev para os fundos de Renda Fixa e Multimercado.

Fevereiro foi marcado por bastante volatilidade nos mercados financeiros globais, especialmente no começo do mês. Essa volatilidade foi ampliada na passagem para março, com os conflitos no Oriente Médio. Há muita incerteza em relação aos desdobramentos da guerra envolvendo EUA e Israel, de um lado, e Irã, de outro. Os mercados têm reagido de forma bastante negativa, com uma maior aversão ao risco. Nesse sentido, o dólar vem ganhando força nos últimos dias, motivo principal pelo qual a nossa moeda, o real, apresentou desvalorização.

O banco central norte-americano, o Fed, confirmou no fim de janeiro que vai manter os juros no nível atual e reforçou uma postura mais cautelosa para as próximas reuniões, já que a economia americana segue forte e ainda existem riscos de inflação, inclusive por causa de tarifas comerciais que seguem em discussão. O mercado agora acompanha as próximas decisões do Fed, especialmente com a troca de presidência em maio, e há expectativa sobre possíveis quedas de juros, mas o cenário atual dos EUA não indica reduções significativas no curto prazo.

No Brasil, o Banco Central sinalizou que deve iniciar os cortes de juros em 18 de março. Ainda sem confirmação, o cenário aponta para um corte inicial de 0,50 p.p., levando a Selic para 14,5%. A expectativa é de queda gradual dos juros, já que a economia pode reacelerar no 1º semestre de 2026, impulsionada por medidas já anunciadas, como a nova faixa de isenção do IR, incentivos ao mercado imobiliário, maior espaço fiscal dos estados e um mercado de trabalho aquecido. Estima-se que a Selic deva atingir 12,5% ao final de 2026, com chances de ficar um pouco abaixo desse número.

 

Índice Últimos 12 meses Últimos 24 meses Últimos 36 meses No ano No mês
CDI 14,50% 27,24% 43,45% 2,17% 1,00%
Ibovespa 53,74% 46,32% 79,91% 17,17% 4,09%
IPCA 4,10% 9,27% 14,17% 1,04% 0,84%

Estratégias Renda Fixa

Clássico

O fundo mantém uma estratégia conservadora, com 100% de seu portfólio alocado em títulos públicos pós-fixados.

Clássico Plus

O fundo mantém a maior parte de sua composição em títulos públicos atrelados à taxa básica de juros (Selic), sendo uma opção atrativa por sua baixa volatilidade e retornos interessantes enquanto a taxa permanece elevada. A parcela restante segue alocada em títulos de crédito privado de baixo risco.

Crédito Privado

O fundo permaneceu com 100% do portfólio alocado em ativos de emissão privada de baixo risco. Em fevereiro, observamos uma abertura dos spreads (prêmio de risco em relação aos títulos públicos), reflexo de uma maior aversão ao risco após eventos recentes de crédito e de um fluxo mais fraco para fundos da classe, o que trouxe certa volatilidade a classe. Mantivemos uma postura prudente na seleção dos ativos, priorizando emissores sólidos e bem avaliados.

FIX

A estratégia busca acompanhar os movimentos da taxa básica de juros, preservando baixa volatilidade. Em fevereiro, ampliamos as posições em ativos pós-fixados, que seguem como a principal alocação do fundo. Também aumentamos a exposição em ativos indexados à inflação com prazos intermediários, que podem se beneficiar do início do ciclo de cortes de juros. Por outro lado, zeramos as posições em crédito privado devido à abertura dos spreads, que gerou certa volatilidade na classe. Reduzimos pontualmente a exposição em ativos indexados à inflação de longo prazo, realizando ganhos após o fechamento expressivo das curvas. As posições em prefixados foram mantidas.

Concept e Estratégia 2025

Os fundos têm como estratégia principal a alocação em ativos indexados à inflação de curto prazo. A inflação ao consumidor (IPCA) de janeiro apresentou avanço ligeiramente acima do esperado. Mesmo em um ambiente de incertezas, a perspectiva de início do ciclo de afrouxamento monetário favorece a valorização dos juros reais. O otimismo observado ao longo de fevereiro contribuiu para o desempenho positivo das curvas reais, beneficiando a classe.

Premium Renda Fixa

Durante o mês, reduzimos de forma relevante a exposição em ativos pós-fixados, embora continuem sendo a principal alocação do fundo. Também diminuímos de forma significativa a exposição ao crédito privado local, cuja abertura dos spreads, decorrente da maior aversão ao risco dos investidores, gerou oscilações na classe.
Além disso, reduzimos as posições em ativos indexados à inflação de longo prazo, realizando ganhos após o fechamento das curvas. Em contrapartida, aumentamos expressivamente a alocação em ativos indexados à inflação de prazos intermediários, além de ampliar a exposição em prefixados com vencimentos intermediários, que tendem a ser favorecidos pelo ciclo de cortes de juros.

Ativo Renda Fixa

Ao longo de fevereiro, zeramos as posições em crédito privado. Em contrapartida, ampliamos a exposição em títulos prefixados e indexados à inflação, que, em nossa visão, podem ser beneficiados pelo início do ciclo de afrouxamento monetário. As posições em pós-fixados e em ativos indexados à inflação de longo prazo foram mantidas.

Pré Ativo

O fundo mantém 100% do portfólio alocado em ativos prefixados, distribuídos entre prazos curtos e longos. Em fevereiro, reduzimos parte das posições de vencimentos mais curtos e aumentamos a alocação em títulos de vencimentos intermediários, nos quais identificamos maior potencial de valorização no cenário atual.

Estratégia 2035/Inflação 2045/inflação 2055

Os fundos permanecem integralmente alocados em ativos indexados à inflação de longo prazo. Apesar das incertezas registradas no início do mês, o movimento de otimismo observado ao longo de fevereiro contribuiu positivamente para as curvas reais, favorecendo o desempenho da classe. A expectativa de início do ciclo de afrouxamento monetário também abre espaço para valorização desses ativos.

Crédito Privado Plus e Crédito Privado Plus IQ

Em fevereiro, não realizamos alterações na composição dos fundos, que seguem concentrados em crédito privado local, especialmente de emissores com alta qualidade de crédito. As posições em títulos públicos pós-fixados foram mantidas, assim como a exposição — em menor proporção — ao crédito privado no exterior, contribuindo para maior diversificação geográfica do portfólio.

Renda Fixa Ativa

Como já é de conhecimento dos clientes, o fundo tem sido gerido baseado em nossa conhecida tese estrutural de um mundo com inflação e juros mais altos do que nas últimas duas décadas, de forma bem resumida, devido aos 3 Ds (Desglobalização, Demografia e Descarbonização).
Continuamos firmes e muito confiantes de que nossa tese estrutural de juros e inflação mais altos no mundo está plenamente válida, o que nos remete a juros neutros reais nos EUA o “triplo” do que o mercado hoje trabalha no consenso, o que exigiria do FED subir juros pela nossa Regra de Taylor, e não voltar a cair como aconteceu recentemente.
Sendo assim, o fundo continua com suas posições estruturais tomados em curvas globais, principalmente nas curvas dos EUA (partes curta e média) e do Japão (parte média). Buscamos sempre otimizar essas posições estruturais com posições táticas, tentando capturar momentos de volatilidade e o otimismo recorrente do mercado com o pedido do Fed Pivot. Cientes de que esses momentos podem durar às vezes mais tempo do que imaginávamos, porém, o fundo tem um horizonte de longo prazo e bem estruturante, e tem o objetivo de auferir muito mais rentabilidade nos momentos em que o mercado volta para o nosso call estrutural do que quando perdemos nesses momentos de otimismo.

Lembrando que, o fundo em questão não é fundo Caixa, é um fundo que já se assemelha com um multimercado de volatilidade moderada, trabalhando com instrumentos derivativos de renda fixa global e doméstica.

Estratégias Multimercado

Dinâmico

Em fevereiro, reduzimos significativamente as posições em ativos pós-fixados, embora eles permaneçam como a maior parcela da estratégia, acompanhando a taxa básica de juros (Selic). Zeramos as exposições em ativos prefixados, de curto e longo prazos, após realizarmos ganhos com o recente fechamento das taxas. Por outro lado, ampliamos as posições em ativos indexados à inflação, de médio e longo prazos, que seguem com taxas historicamente elevadas e apresentam potencial de valorização com o ciclo de cortes de juros. Mantemos as posições em bolsa local e externa.

Multi Especial

Não realizamos mudanças relevantes nas alocações do fundo em fevereiro. Mantemos, em maior proporção, as posições em ativos pós-fixados, que continuam beneficiados pelo nível elevado da Selic. Temos também alocação em ativos indexados à inflação, sobretudo de vencimentos médio e longo, além de uma pequena exposição em prefixados — ambos com potencial de valorização com o ciclo de cortes de juros. Permanecemos posicionados em estratégias voltadas para juros, moedas e bolsa.

Long Bias Plus e Private Long Bias

Com o forte fluxo de capital estrangeiro desde o início de 2026 para mercados emergentes, principalmente Brasil, iniciamos fevereiro mais construtivos com ações brasileiras, com alocação atual em linha com a média vista no fundo nos últimos meses, ao redor de 70% do PL do fundo no Ibovespa, posição indexada e que captura melhor a alta recente das commodities e o ingresso de recursos externo. Continuamos mantendo uma alocação mais dinâmica no fundo para os próximos meses e seguimos atentos aos eventos locais, como eleição, que possuem potencial de risco adicional. Estamos sem posições direcionais em moedas e sem posições em juros Brasil. As posições se concentraram em Ibovespa, via ETFs e futuros, buscando mais dinâmica na alocação tática, impactando positivamente o resultado para o mês.

Carteira Prudente

Reduzimos parte da alocação em títulos públicos pós-fixados, que ainda representam a maior parcela do fundo, mantendo a estratégia alinhada à taxa Selic. Zeramos as posições em crédito privado, uma vez que a classe apresenta espaço limitado para ganhos adicionais. Por outro lado, ampliamos as posições em ativos indexados à inflação, que continuam oferecendo taxas elevadas e potencial de valorização diante do ciclo de cortes de juros projetado. Também aumentamos a exposição em estratégias multimercado, visando capturar oportunidades de curto prazo. Por fim, elevamos a alocação em bolsa externa, agregando diversificação internacional ao portfólio.

Carteira Equilibrada

Ampliamos a exposição em ativos pós-fixados, que acompanham a remuneração da taxa Selic. Também aumentamos levemente as posições em ativos indexados à inflação de longo prazo, que seguem apresentando taxas atrativas e potencial de valorização. Adicionalmente, reforçamos a alocação em estratégias multimercado com foco em oportunidades de curto prazo. Por outro lado, zeramos a posição em crédito privado, devido aos spreads comprimidos. Reduzimos ainda a exposição em bolsa local, realizando ganhos após as fortes altas recentes do índice. Mantemos as posições em inflação de curto prazo e bolsa externa.

Carteira Dinâmica

Ao longo do mês, zeramos as posições em títulos privados, devido aos spreads comprimidos que reduzem o potencial de ganhos na classe. Em sentido oposto, ampliamos as posições em títulos públicos pós-fixados, aproveitando o ambiente de juros elevados. Também aumentamos a exposição em ativos indexados à inflação de prazos mais longos, que apresentam taxas atrativas e potencial de valorização. As posições em bolsa externa, prefixados, inflação de curto prazo e renda fixa global foram mantidas.

Carteira Audaz

No mês, zeramos as posições em crédito privado, uma vez que a classe apresenta limitado potencial de ganhos no cenário atual. Reduzimos também a exposição em bolsa local, realizando ganhos após a forte valorização do índice no ano. Na parcela ainda alocada em renda variável doméstica, adotamos uma postura mais seletiva, priorizando setores que ficaram para trás no movimento recente e que tendem a se beneficiar do ciclo macroeconômico. Por outro lado, ampliamos a exposição em ativos indexados à inflação, especialmente os de vencimentos médio e longo, diante das taxas elevadas e do potencial de valorização com o início dos cortes de juros. Reforçamos também as posições em estratégias multimercado voltadas a oportunidades de curto prazo. As posições em pós-fixados foram ampliadas, enquanto a exposição em bolsa externa foi mantida, contribuindo para a diversificação geográfica do portfólio.

Ciclo 2020

Não realizamos mudanças na composição do fundo e mantivemos alocação majoritária em títulos públicos pós-fixados, que se beneficiam do elevado patamar da taxa básica de juros (Selic). A segunda maior posição permanece em ativos indexados à inflação de curto prazo. Também mantivemos uma pequena alocação em crédito privado local e em juros prefixados de curto e longo prazos. Não há exposição em renda variável, em função do atingimento da data-alvo da estratégia.

Ciclo 2030 e Ciclo 2040

Durante fevereiro, não realizamos alterações significativas nas alocações do fundo. Reduzimos uma pequena parcela de bolsa local, realizando lucros após as altas expressivas do Ibovespa. Por outro lado, ampliamos a posição em ativos indexados à inflação de curto prazo, aproveitando as taxas historicamente elevadas. As demais posições — em renda fixa e variável externas, inflação de curto prazo, crédito privado e pós-fixados — foram mantidas.

Ciclo 2050

O fundo manteve maior concentração em renda variável local, mas realizou uma pequena redução, com realização de lucros após as fortes altas recentes do Ibovespa. Na parcela mantida, passamos a adotar uma postura mais seletiva, priorizando setores que ficaram para trás no movimento recente e que tendem a se beneficiar do ciclo macroeconômico atual. Em contrapartida, ampliamos a exposição em ativos indexados à inflação, de curto e longo prazos, aproveitando as taxas elevadas e o potencial de valorização com o ciclo de cortes de juros previsto para iniciar em março. Além disso, aumentamos a exposição em bolsa externa, por entendermos que a diversificação internacional contribui para equilibrar o portfólio e capturar oportunidades nos mercados globais.

Allocation

Ampliamos as posições em ativos pós-fixados de emissão pública e privada. Aumentamos também as posições em bolsa local e externa. Além disso, reforçamos a alocação em ativos indexados à inflação de longo prazo e em prefixados de curto prazo. Por outro lado, reduzimos as posições em inflação curta e em prefixados de longo prazo.

Allocation Plus e Allocation Advanced

No mês, aumentamos as posições em crédito privado, bolsa local e prefixados de longo prazo. Diante da forte alta observada na bolsa brasileira em janeiro, reduzimos ligeiramente a exposição em renda variável local, realizando ganhos. Por outro lado, reduzimos as posições em inflação de curto e longo prazos, além de diminuir a alocação em renda fixa global.

Low Vol e Private Low Vol

Mantivemos posições majoritárias em ativos pós-fixados, que acompanham o movimento da taxa Selic no mês.
Também mantemos alocação em ativos indexados à inflação de médio e longo prazos, devido às taxas atrativas e ao potencial de valorização. Há ainda posições em prefixados de médio e longo prazos.
Seguimos buscando manter um portfólio diversificado entre mercados e classes de ativos, com o objetivo de capturar oportunidades de curto prazo no Brasil e no exterior.

Dividendos

Reduzimos parte da exposição em renda variável local, realizando ganhos após a forte valorização recente da bolsa.
Por outro lado, ampliamos a posição em ativos indexados à inflação de médio prazo, que apresentam taxas elevadas e potencial de ganhos com o ciclo de cortes de juros esperado para iniciar na reunião de março do Copom. As posições em pós-fixados foram mantidas e seguem como a maior parcela do fundo.

Premium Multimercado

As posições em pós-fixados foram reduzidas significativamente em fevereiro. Zeramos as posições em crédito privado, que, devido aos spreads comprimidos, apresentam espaço limitado para ganhos, e também zeramos a exposição em renda variável doméstica, realizando lucros após a forte valorização dos últimos meses. Em contrapartida, ampliamos a posição em renda variável externa, aproveitando os benefícios da diversificação internacional. Aumentamos ainda as posições em ativos indexados à inflação de médio prazo, que contam com taxas atrativas e potencial de valorização, além de ampliar as estratégias multimercado para capturar oportunidades de curto prazo. As posições em renda fixa no exterior e inflação longa foram mantidas.

Multiestratégia

Durante o mês, reduzimos a exposição em renda variável local, realizando lucros após as altas recentes da bolsa. Por outro lado, ampliamos posições em ativos indexados à inflação, especialmente de médio e longo prazos, diante das taxas atrativas e do potencial de valorização. Aumentamos também a exposição em bolsa global, contribuindo para a diversificação geográfica. Por fim, ampliamos as posições em estratégias multimercado focadas em oportunidades de curto prazo. As posições em pós-fixados foram mantidas e seguem como a maior parcela do fundo.

Valor 70

Em fevereiro, reduzimos parte da alocação em bolsa local, realizando lucros nessas posições. Apesar disso, a estratégia segue concentrada majoritariamente em ações. Por outro lado, aumentamos as posições em renda fixa e em bolsa externa, que contribuem para a diversificação geográfica e ampliam as oportunidades do portfólio. Além disso, reforçamos as alocações em ativos pós-fixados.

ASG

A principal força por trás da performance expressiva do Ibovespa foi o intenso fluxo de capital estrangeiro. Apenas em fevereiro, investidores não residentes aportaram mais de R$ 15 bilhões na B3, elevando o saldo acumulado em 2026 para um volume que já supera todo o fluxo registrado ao longo do ano anterior.

O fundo avançou 3,17% no mês, superando o S&P/B3 ESG Brazil, que subiu 2,12%, em um ambiente doméstico favorecido pelo retorno do fluxo estrangeiro à B3, pela apreciação do real e pela continuidade do rali do Ibovespa. O índice encerrou fevereiro com alta próxima de 4% e renovou sucessivas máximas históricas, enquanto o dólar recuou pouco mais de 2%, movimento que sustentou especialmente os ativos de maior sensibilidade ao ciclo doméstico.

Retorno Total

No mês de fevereiro deste ano, o Brasilprev Top Total Return registrou retorno de 4,52% no mês, enquanto o Ibovespa avançou 4,09. O alfa gerado ao longo do mês esteve principalmente associado à alocação setorial, com destaque para as posições overweight no setor financeiro, que continuaram se beneficiando do ambiente construtivo para ativos de risco e da melhora na percepção sobre o ciclo macroeconômico doméstico.

O mês passado manteve o tom observado no início do ano, com apetite a risco ainda elevado, sustentado pelo fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira e pela consolidação das expectativas em torno do início do ciclo de flexibilização monetária no Brasil. O mercado seguiu reagindo positivamente à combinação de valuation atrativo, melhora marginal do cenário fiscal e perspectiva de queda dos juros reais, favorecendo principalmente ativos de maior liquidez.

O Ibovespa apresentou avanço consistente ao longo do mês, com desempenho mais homogêneo entre os setores em relação a janeiro. O setor financeiro seguiu como um dos principais vetores de alta, enquanto ações ligadas a commodities apresentaram performance mais seletiva, refletindo ajustes nos preços internacionais e maior sensibilidade a fatores externos. A estratégia do fundo, com foco em empresas de maior qualidade e boa geração de caixa, contribuiu para a captura de alfa em um ambiente de mercado ainda volátil, porém favorável para ativos de risco.

Brasilprev Multigestor I

O fundo BRASILPREV MULTIGESTOR I FIC MULTIMERCADO apresentou retorno de 1,10% contra 1,00% do CDI em fevereiro. Em 12 meses, o fundo apresenta retorno de 14,10% versus o CDI com retorno de 14,50%.

Os destaques no mês foram os fundos KAPITALO K10 PREVI com retorno de 2,34% e o fundo GENOA CAPITAL CRUISE que rendeu 1,78%. Por outro lado, os fundos JGP FIFE e ACE BRASILPREV FIFE tiveram retorno de 0,02% e 0,15%, respectivamente. Fevereiro foi marcado por um ambiente global misto, com atividade resiliente nos EUA e inflação ainda pressionada, enquanto Europa e China mantiveram ritmo mais fraco. Mesmo assim, o apetite por risco direcionou fluxos para emergentes.

No Brasil, o mês registrou forte desempenho dos ativos locais. O Ibovespa avançou 4,09%, sustentado pela continuidade do fluxo estrangeiro para a Bolsa. A curva de juros apresentou fechamento nos vértices curtos e intermediários, enquanto os juros longos ficaram praticamente estáveis. Já o real se valorizou 1,56% frente ao dólar, impulsionado pela entrada líquida de recursos externos, mesmo com o DXY indicando leve fortalecimento da moeda americana. A economia doméstica segue em desaceleração gradual, mas com inflação benigna e mercado de trabalho aquecido. A expectativa é que o Copom inicie cortes de juros, embora um choque persistente do petróleo possa moderar o ritmo.

Não realizamos alterações significativas na carteira ao longo do mês.

Brasilprev Multigestor Plus

O fundo BRASILPREV MULTIGESTOR PLUS FIC MULTIMERCADO apresentou retorno de 1,38% contra 1,33% do IHFA no mês de fevereiro. Em 12 meses, o fundo apresenta retorno de 19,36% versus o IHFA com retorno de 18,31%. Os destaques no mês foram os fundos KAPITALO KAPPA PREVI com retorno de 3,16% e o fundo KAPITALO K10 PREVI que rendeu 2,34%. Por outro lado, os fundos ACE BRASILPREV FIFE e BRPREV KINEA SIGMA tiveram retorno de 0,15% e 0,55%, respectivamente. Fevereiro foi marcado por um ambiente global misto, com atividade resiliente nos EUA e inflação ainda pressionada, enquanto Europa e China mantiveram ritmo mais fraco. Mesmo assim, o apetite por risco direcionou fluxos para emergentes.

No Brasil, o mês registrou forte desempenho dos ativos locais. O Ibovespa avançou 4,09%, sustentado pela continuidade do fluxo estrangeiro para a Bolsa. A curva de juros apresentou fechamento nos vértices curtos e intermediários, enquanto os juros longos ficaram praticamente estáveis. Já o real se valorizou 1,56% frente ao dólar, impulsionado pela entrada líquida de recursos externos, mesmo com o DXY indicando leve fortalecimento da moeda americana. A economia doméstica segue em desaceleração gradual, mas com inflação benigna e mercado de trabalho aquecido. A expectativa é que o Copom inicie cortes de juros, embora um choque persistente do petróleo possa moderar o ritmo.

Não realizamos alterações significativas na carteira ao longo do mês.

Brasilprev Multigestor Crédito Privado

Em fevereiro, o fundo BRASILPREV MULTIGESTOR FIC MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO apresentou retorno de 0,84% contra 1,00% do CDI. Em 12 meses, o fundo apresenta retorno de 14,40% versus o CDI com retorno de 14,50%. Os destaques no mês foram os fundos RIZA LOTUS BRPREV CP com retorno de 1,04% e o fundo ITAU FLEX ADVANCED que rendeu 1,02%. Por outro lado, os fundos ITAU SINFONIA BRPREV e IV BRPREV AB FIFE CP tiveram retorno de 0,40% e 0,73%, respectivamente. Fevereiro foi marcado por um ambiente global misto, com atividade resiliente nos EUA e inflação ainda pressionada, enquanto Europa e China mantiveram ritmo mais fraco. Mesmo assim, o apetite por risco direcionou fluxos para emergentes.

No Brasil, o mês registrou forte desempenho dos ativos locais. O Ibovespa avançou 4,09%, sustentado pela continuidade do fluxo estrangeiro para a Bolsa. A curva de juros apresentou fechamento nos vértices curtos e intermediários, enquanto os juros longos ficaram praticamente estáveis. Já o real se valorizou 1,56% frente ao dólar, impulsionado pela entrada líquida de recursos externos, mesmo com o DXY indicando leve fortalecimento da moeda americana. A economia doméstica segue em desaceleração gradual, mas com inflação benigna e mercado de trabalho aquecido. A expectativa é que o Copom inicie cortes de juros, embora um choque persistente do petróleo possa moderar o ritmo.

Não realizamos alterações significativas na carteira ao longo do mês.

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